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Foto: Paulo Lacerda
Foto: Paulo Lacerda
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FEEDBACKS OFICINA “DANÇA LIVRE“ DE PAULO CHAMONE
1- De: Cris Sthepan [cris.sthepan@gmail.com]
Enviada: qua 19-10-2011 10:00
Assunto: Retorno Oficna Chamone
Bom dia, Sônia!
Encaminho como solicitado abaixo meu retorno sobre a oficina de dança.
Nunca fiz nenhuma aula de dança, minha única experiência era com aulas de expressão corporal, pois estudo teatro na Puc; mas sempre fui admiradora da dança, e me interessei ainda mais em trabalhar esta área depois da Oficina, pois o carinho e a liberdade que nos foi oferecido pelos profissionais, abriram espaço para que pudéssemos experimentar sem receios novos lugares. Eu individualmente acho que dança e o teatro tem tudo a ver, pois o corpo em cena é muito importante, assim como na dança, a expressão. Há um link muito forte e que deveria ser explorado por ambas as partes.
O exercício que mais gostei, foi o de ir com o bambu em grupo até o centro sem tirar os pés do chão, realmente me levou a um local desconhecido, de desconforto, o que foi ótimo, pois me fez pensar, em que lugar seria aquele, como eu faria para me deslocar melhor, pensar no todo. Em fim foi uma experiência singular, e que com certeza irá agregar muito ao meu corpo em cena. Agradeço a equipe, e gostaria de parabenizar a Fundação pela oportunidade.
Grande abraço!
Cris Sthepan
2- De: Filipe Gustavo Arêdes de Souza [filiparedesouza@gmail.com] Enviada: qua 19-10-2011 20:36
Enviada: qua 19-10-2011 20:36
Assunto: Dança Livre - feedback
Olá Sônia Mota,
Para mim esses três dias foram fantástico. Gostaria de agradecer, em primeiro lugar, pela oportunidade que a Cia. de Dança do Palácio das Artes está oferecendo àqueles que tem o interesse de investigar não só a dança em si, como todos as possibilidades de trabalho e manuseio do corpo. Houveram exercícios bastante marcantes para mim, como o que iniciávamos o movimento pelo olho e, a partir daí, éramos então conduzidos por ele a movimentar todo o resto do corpo. O trabalho com o bambu também foi fantástico, trouxe para mim uma sensação de verticalização e de enraizamento dos pés no chão... Sem falar nas danças circulares que provocaram em mim o prazer de dançar. Gostei muito do trabalho que o Paulo Chamone preparou para nos passar, além da sua atenção em explicar e conduzir os exercícios. Gostaria de agradecer a você, Sônia Mota, e a toda a equipe que esteve com nós, alunos, ajudando não só na condução dos exercícios, como a Mari e o Lucas, como também os que ficaram esses três dias operando com a aparelhagem de video e som.
Um forte abraço,
Filipe Arêdes
3- De: Júlio César [jc_estevam@hotmail.com]
Enviada: qui 20-10-2011 1:45
Assunto: Oficina de dança livre
Em síntese... Eu vivenciei, experimentei e redescobri o meu corpo em liberdade. Redescobri os meus extremos, pés e mãos de modo diverso.
Julio
4- De: Flaviane Lopes de Oliveira [lopesflaviane@gmail.com]
Enviada: qui 20-10-2011 15:26
Para: Sônia Mota
Assunto: Retorno - Oficina Dança Livre
Sônia,
A oficina de dança livre foi bem prazerosa, senti que através da simplicidade reconhecemos em nossos corpos partes e sensações que nem sempre damos a devida importância, como os olhos, os dedos, os pés e até mesmo a dor, as danças circulares e a experimentação com bambus, me remeteram a rituais tribais de festa e união onde a presença do outro é indispensável. Nos dias de hoje estamos cada vez mais solitários e nos privamos de compartilhar um olhar, um sorriso ou uma dança e essa oficina foi uma boa oportunidade para rever esses conceitos e sensibilizar um pouco mais o ser.
Uma linda iniciativa da Cia. de Dança Palácio das Artes a de compartir o espaço e os ensinamentos com pessoas alheias à mesma, agindo como multiplicadores de arte e sensibilidade.
Como conversado na última aula creio que seria ideal que as oficinas tivessem mais dias para que possamos absorver melhor as informações.
Muito obrigado ao Paulo e a toda a Cia.
Até a próxima!!!
Flaviane Lopes
5- De: Rodrigo Silveira [rodrigopersi@hotmail.com]
Enviada: qui 20-10-2011 17:57
Assunto: Retorno - Oficina Paulo Chamone
Sônia,
Boa tarde!
Durante esses três dias que passei em companhia de pessoas excelentes e talentosas contribuiu imensamente para meu crescimento pessoal e profissional, graças ao companheirismo de todos. Aprendemos que a espontaneidade é o livre fluir, em todos os aspectos.. Da respiração aos gestos corporais. Da expressão das emoções e sentimentos íntimos à forma como se utiliza o corpo e suas possibilidades expressivas.
Quando eu me refiro a agradecer, estou falando da oportunidade de dançar que proporcionou a todos de vivenciar experiências, aprender novos caminhos, criar círculos de amizades, enfim, todo o ganho ou bagagem como muitos preferem dizer, que permite ao bailarino dar continuidade e buscar sempre mais.
Desejo a todos muita sorte e sucesso e até o próximo encontro!
Rodrigo Pereira da Silveira
Técnico em Administração
((31) 3625-5684 / 8517-3175 * rodrigopersi@hotmail.com
6- De: Carol Pego [carolpego@hotmail.com]
Enviada: qui 20-10-2011 18:19
Assunto: retorno oficina chamone
Olá Sônia,
Primeiramente gostaria de parabeniza-los pela iniciativa. Eu que sou grande admiradora da Cia. esperava por uma oportunidade de aproximação e aprendizado desde tipo.
Eu participei da oficina na terça e quarta. Foi ótimo.
Os exercícios, o grupo, e principalmente a energia criada e compartilhada naquele lugar, foi mágico.
Concordo com tudo que meu colegas disseram no fechamento de quarta, mas pra mim o que foi melhor foi poder estar ali, naquele lugar, com todos, compartilhando esse prazer imenso de dançar.
Acho pertinente esse trabalho e tens todo meu apoio para manter em constante as oficinas e aulas.
É sempre um prazer acrescentar na nossa bagagem experiencias deste tipo.
Não sei se é bem isso que era pra fazer, já que eu não estava na segunda.
Ah, e também acho que cinco dias seria muito bom. Muito obrigada,
abraços!!
Carolina Pego
7- De: Renan Cerqueira [renancd19@gmail.com]
Enviada: sex 21-10-2011 23:38
Assunto: Retorno
Bom, demorou mas estou enviando
Gostei muito da Oficina achei de muito bom gosto a escolha dos exercicios, na busca por uma compreensão melhor do seu corpo do que necessariamente o ensino de tecnicas que fica inviavel no curto espaço de tempo. Acho a iniciativa maravilhosa me senti nesses dias parte integrante do palacio das artes, nunca imaginei que teria essa oportunidade e pretendo com certeza estar presente nas outras que virão.
O unico ponto que eu comentaria desfavoravel foi a pontualidade do inicio das atividades sou meio britânico e gosto de pontualidade e esse esquema de começar 13h15 para esperar o pessoal chegar me incomodou, mas foi só um detalhe que acredito que vale a pena nos próximos tentar começar 13h. Continuem com essas iniciativas que são maravilhosas e se Deus quiser estarei na proxima com certeza! Não sei se ficou claro o Paulo Chamone sempre estava lá 13h os participantes que atrasavam.
Abraços, Renan
"O livro é passaporte, bilhete de partida"
Renan Cerqueira Dias
9664-8598
Evidenciando o reflexo do chão,
sendo inatingível,
olho no olho
e vou para a minha rotina.
Pego a tabuinha
e começo a praticar jogos concretos
com bolhas falantes caindo do meu corpo.
Confesso que começo a filosofar...
Do que é que eu gosto?...
Penso no passado e no futuro
comendo um sonho.
Sou mesmo incapturável.
Fico no vazio
e sociabilizo minha loucura,
sem medo e sem culpa de ser feliz.
Subindo as escadas,
vivo uma vidente
e digo: mãe não morre,
continua na gente,
com ações, frases e sombras translúcidas.
Acredito que tenho um futuro jovem,
que nem um bicho-preguiça
com taças na mão,
em um fluxo contínuo de brincadeiras,
meio “tipo eu”,
cheio de possibilidades,
diante de um abismo,
levando minha árvore
cheia de minhocas e hai-kais musicais,
com o meu aspirador de pó cansado de déjàvu.
Sônia Pedroso
![]() Foto: Paulo Lacerda |

apresenta
Tudo que se torna Um
uma síntese coreográfico-arquitetônica do Tempo
Tudo que se torna Um
Tudo que se torna Um fala do TEMPO.
Do tempo cronológico, natural, orgânico, mecânico, fugidio, permanente, de lutos e celebrações. Sobretudo do tempo que se esvai a cada segundo de nossas vidas.
Porque o tempo passa?
Este é um enigma que a humanidade tenta decifrar desde sempre.
Nós, da Cia de Dança do Palácio das Artes, nos perguntamos agora: Que fazer com os tempos clássicos, modernos, pós-modernos, experimentais, contemporâneos e pós-contemporâneos pelos quais já transitamos?
Revisitando nosso passado, tentando antever nosso futuro e materializando nossas descobertas no presente, assumimos ser os arquitetos das nossas lembranças, dos nossos sonhos e das nossas criações.
Tempo e Espaço são o Palco da Vida.
A arte, síntese da Vida!
Tudo que se torna Um surge, então, como uma síntese coreográfico-arquitetônica dessas lembranças, sonhos e criações. Passado, Presente e Futuro, se manifestam numa grande festa onde dança, cenário, figurinos, música, luz e público se tornam Um juntos com o Tempo.
Deixemo-nos levar! ainda que efemeramente...
Bolha de sabão Bolha de sabão
Leve e suspensa no ar Vento forte
É... e já não mais Fim
(Andrea Faria) (Livia Espírito Santo)
Um segundo:
Que passou
Outro segundo:
Tá aqui!
Ops... Passou!
De novo
E
De novo
E
De novo
E
De novo
E
De novo
E
De novo
E
De novo ...
(Cristiano Reis)

“O mineiro tem vocação para a dança. O sentimento de equilíbrio e serenidade que demonstra nas atitudes dos homens públicos não é uma peculiaridade dos estadistas de Minas. Quem vive entre essas montanhas tem apego à tradição e encarna as virtudes mineiras, possui o sentido da harmonia. Não a harmonia dos ritmos violentos bárbaros, como o samba, o frevo e outras danças de origem africana e americana. Mas, a harmonia no sentido clássico.” Foi com este sentimento visionário que há 40 anos o maître Carlos Leite fundou a Cia. de Dança Palácio das Artes.
Em 2011, ano em que se comemora a longa trajetória de sucesso desta que se tornou uma das principais companhias do País, o espírito se renova com uma programação variada e eclética, em clima de festa. A agenda começa com a remontagem, no dia 14 de maio, do mais premiado balé do repertório Coreografia de Cordel, de Tuca Pinheiro.
A programação continua com uma série de intervenções dentro do projeto Quintas da Dança, na última quinta-feira de cada mês, e com as aulas abertas ao público que são ministradas, mensalmente, pela coordenadora artística da companhia, Sônia Mota, no Grande Teatro e na Sala Klauss Vianna do Palácio das Artes. Em agosto, os bailarinos se preparam para a estreia do novo espetáculo Tudo que se torna um.
>> Clique e veja a galeria de fotos da CDPA
História
A Cia. de Dança Palácio das Artes, um dos três corpos artísticos mantidos pela Fundação Clóvis Salgado, se caracteriza pela constante evolução no tempo. Fundada em 1971, pelo mestre de balé e coreógrafo Carlos Leite, a CDPA dedicou-se, durante os primeiros 20 anos de atividade, a montagens de peças do repertório erudito e às óperas produzidas pela FCS.
No início dos anos 90, a Cia. começa a trilhar um novo caminho estético marcado, principalmente, pelo trabalho conjunto com coreógrafos convidados, do Brasil e do exterior, e pela inserção, em seu repertório, de obras assinadas por nomes como Tíndaro Silvano, Jean Marrie Dubrull, Suzana Yamauchi, Eleo Pomare, Sônia Mota (hoje diretora da companhia), Oscar Arraiz, Luis Arrieta, Rodrigo Pederneiras, Henrique Rodovalho, Tuca Pinheiro, Mário Nascimento e Sandro Borelli.
Como resultado do trabalho da bailarina e coreógrafa mineira Graziela Rodrigues, a Cia. de Dança Palácio das Artes passou a desenvolver, em 2000, o método “Bailarino-Pesquisador-Intérprete”, legitimando os próprios dançarinos do grupo como sujeitos criadores e pensantes de sua dança. A Cia. de Dança Palácio das Artes iniciou ainda um trabalho inovador de incentivo e promoção da pesquisa em dança, por meio de debates, entrevistas e aposta no potencial criativo dos próprios bailarinos, e trabalha também o apuro e atualização de técnicas contemporâneas de dança.
Além de performances, instalações e vídeos que passaram a compor o repertório do grupo foram concebidos os espetáculos Entre o Céu e as Serras, de Luiz Mendonça e Cristina Machado, Poderia Ser Rosa, de Henrique Rodovalho, Sonho de uma Noite de Verão - fragmentos amorosos, de Gabriel Villela, Coreografia de Cordel, de Tuca Pinheiro, Transtorna, de Cristina Machado, Carne Agonizante, de Sandro Borelli, Quimeras, de Mário Nascimento, 22 Segredos e Se Eu Pudesse Entrar na Sua Vida, ambos de Sônia Mota.
>> Clique e saiba quais foram as principais montagens do Grupo Profissional da FCS
>> Confira as premiações da Cia de Dança Palácio das Artes
A Cia. de Dança Palácio das Artes faz parte de diversos projetos e políticas da Fundação Clóvis Salgado que levam a Instituição e a cultura do Estado para além dos limites de Minas Gerais. O grupo já apresentou o seu trabalho em palcos de destaque nacionais e internacionais, nas capitais e em locais como Cuba, França, Palestina, Jordânia, Líbano, e Portugal.
Em março de 2010 Sônia Mota assumiu a direção da Cia. com a proposta de valorizar a maturidade artística do elenco, utilizando como suporte para as criações do grupo o confronto, o trânsito e o diálogo entre tradição e inovação, as diferenças entre gerações, a multiplicidade e a singularidade dos integrantes.
Acesse a Galeria de Fotos do Governo de Minas Gerais .
Acompanhe também no www.youtube.com/governodeminasgerais.
Pela segunda vez Regina Advento ministra oficinas de criação para a Cia. de Dança Palácio das Artes. Em 2010 foi em suas férias, já que Belo Horizonte é sua terra natal. Desta vez em um pequeno intervalo nas apresentações pelo Brasil Regina trabalhou com o grupo mineiro por dois dias, o foco foi a improvisação para um composição coreografica.

“O mineiro tem vocação para a dança. O sentimento de equilíbrio e serenidade que demonstra nas atitudes dos homens públicos não é uma peculiaridade dos estadistas de Minas. Quem vive entre essas montanhas tem apego à tradição e encarna as virtudes mineiras, possui o sentido da harmonia. Não a harmonia dos ritmos violentos bárbaros, como o samba, o frevo e outras danças de origem africana e americana. Mas, a harmonia no sentido clássico.” Foi com este sentimento visionário que há 40 anos o maître Carlos Leite fundou a Cia. de Dança Palácio das Artes.
Em 2011, ano em que se comemora a longa trajetória de sucesso desta que se tornou uma das principais companhias do País, o espírito se renova com uma programação variada e eclética, em clima de festa. A agenda começa com a remontagem, no dia 14 de maio, do mais premiado balé do repertório Coreografia de Cordel, de Tuca Pinheiro.
A programação continua com uma série de intervenções dentro do projeto Quintas da Dança, na última quinta-feira de cada mês, e com as aulas abertas ao público que são ministradas, mensalmente, pela coordenadora artística da companhia, Sônia Mota, no Grande Teatro e na Sala Klauss Vianna do Palácio das Artes. Em agosto, os bailarinos se preparam para a estreia do novo espetáculo Tudo que se torna um.
>> Clique e veja a galeria de fotos da CDPA
História
A Cia. de Dança Palácio das Artes, um dos três corpos artísticos mantidos pela Fundação Clóvis Salgado, se caracteriza pela constante evolução no tempo. Fundada em 1971, pelo mestre de balé e coreógrafo Carlos Leite, a CDPA dedicou-se, durante os primeiros 20 anos de atividade, a montagens de peças do repertório erudito e às óperas produzidas pela FCS.
No início dos anos 90, a Cia. começa a trilhar um novo caminho estético marcado, principalmente, pelo trabalho conjunto com coreógrafos convidados, do Brasil e do exterior, e pela inserção, em seu repertório, de obras assinadas por nomes como Tíndaro Silvano, Jean Marrie Dubrull, Suzana Yamauchi, Eleo Pomare, Sônia Mota (hoje diretora da companhia), Oscar Arraiz, Luis Arrieta, Rodrigo Pederneiras, Henrique Rodovalho, Tuca Pinheiro, Mário Nascimento e Sandro Borelli.
Como resultado do trabalho da bailarina e coreógrafa mineira Graziela Rodrigues, a Cia. de Dança Palácio das Artes passou a desenvolver, em 2000, o método “Bailarino-Pesquisador-Intérprete”, legitimando os próprios dançarinos do grupo como sujeitos criadores e pensantes de sua dança. A Cia. de Dança Palácio das Artes iniciou ainda um trabalho inovador de incentivo e promoção da pesquisa em dança, por meio de debates, entrevistas e aposta no potencial criativo dos próprios bailarinos, e trabalha também o apuro e atualização de técnicas contemporâneas de dança.
Além de performances, instalações e vídeos que passaram a compor o repertório do grupo foram concebidos os espetáculos Entre o Céu e as Serras, de Luiz Mendonça e Cristina Machado, Poderia Ser Rosa, de Henrique Rodovalho, Sonho de uma Noite de Verão - fragmentos amorosos, de Gabriel Villela, Coreografia de Cordel, de Tuca Pinheiro, Transtorna, de Cristina Machado, Carne Agonizante, de Sandro Borelli, Quimeras, de Mário Nascimento, 22 Segredos e Se Eu Pudesse Entrar na Sua Vida, ambos de Sônia Mota.
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>> Confira as premiações da Cia de Dança Palácio das Artes
A Cia. de Dança Palácio das Artes faz parte de diversos projetos e políticas da Fundação Clóvis Salgado que levam a Instituição e a cultura do Estado para além dos limites de Minas Gerais. O grupo já apresentou o seu trabalho em palcos de destaque nacionais e internacionais, nas capitais e em locais como Cuba, França, Palestina, Jordânia, Líbano, e Portugal.
Em março de 2010 Sônia Mota assumiu a direção da Cia. com a proposta de valorizar a maturidade artística do elenco, utilizando como suporte para as criações do grupo o confronto, o trânsito e o diálogo entre tradição e inovação, as diferenças entre gerações, a multiplicidade e a singularidade dos integrantes.
Acesse a Galeria de Fotos do Governo de Minas Gerais .
Acompanhe também no www.youtube.com/governodeminasgerais.

![]() Foto: T. Markhus |
![]() Foto: Paulo Lacerda |
Dança para a contemporaneidade
Ao adotar, em 1986, o estilo contemporâneo, em processo de reflexão livre e aberto, a
Companhia de Dança Palácio das Artes realizou também uma opção para os temas da atualidade, buscando inserção ativa na discussão e interpretação de questões do mundo presente, pelo exercício da criatividade. Sua nova linguagem artística, decorrente de leituras do mundo em evolução, liberta das amarras da dança repertorial e dos limites do corpo de baile auxiliar da ópera, quer discutir questões críticas da atualidade, entre elas novas expressões para a própria dança.
Neste caminho, entre instigante e necessário, tem transformado em coreografias questões como a diversidade cultural, a emancipação humana e as relações nas diferenças, entre outros valores essenciais à arte e sua responsável inserção nas mudanças em curso, cada vez mais transformadoras das próprias expressões, estilos e movimentos da dança e da cultura. Trata-se de processo aberto, fundado na criação coletiva, atento ao momento e suas circunstâncias, em que o movimento e forma adquirem, com outros recursos das Artes Cênicas, novas possibilidades de expressão.
A Fundação Clóvis Salgado, instituição que abriga em seus espaços todos os gêneros artísticos e culturais, identifica na Companhia de Dança um grupo desafiante e estimulador de uma fundamental discussão sobre os rumos da arte contemporânea, especialmente para a dança e a busca de novos estilos e conteúdos. Em seu percurso de 40 anos, que se completam em 2011, a Companhia passou pelo clássico e o moderno, pelo tradicional e o folclórico, passou de “grupo de bailarinos-objetos a bailarinos- sujeitos”, de grupo dirigido a grupo atuante, de semelhantes a diferentes. Trabalha com a diversidade de linguagens e distingue as diversas idades de seus bailarinos. Investe e acredita que este pode ser o caminho do século XXI.
Quinta- feira, 18:30, você sobe a Av. Afonso Pena, ao lado do Parque Municipal, quase chegando ao Palácio das Artes, e se depara com uma dupla de garotas caminhando, idênticas, no mesmo sentido. Quase grudadas, completamente alheias a tudo e a todos, elas seguem seu trajeto metidas em seus movimentos inquietantes para quem as vê e, no entanto, simples, bem coordenados e totalmente familiares a elas.
De repente você é seguido e assediado por uma “linda noivinha” vestidinha para casar - ou matar. E aí você casa? Você viaja com ela? Dança com ela?! Ela lhe rouba a atenção, lhe prende o olhar, lhe encanta, lhe faz rir, e... Cuidado; eu disse que ela é “linda”?
É aí que entra uma música suave e deliciosa: o espaço e o saguão de entrada do palácio das artes se tornam palco e platéia povoados por vários casais trajando diferentes fantasias. Eles invadem o espaço central e deslizam sua dança no ritmo da valsa, e você acaba dançando com eles mesmo que ali parado somente observando. E então você sai em estado de graça.
Assim foi comigo na última quinta-feira dia 18 de outubro. Se você não viveu uma experiência deste gênero, não sabe o que anda perdendo, e inteiramente grátis.
ANFITRIÕES
Senhora e senhores,
Damas e cavalheiros,
Ilustres e desconhecidos.
Muito boa noite.
Sejam bem vindos!
Nesta noite transfigurada
Temos o prazer e o dever de anunciar
Que não haverá espetáculo
Pois não temos nada de espetaculoso ou espetacular para lhes mostrar
Hoje convidamos todos os presentes a percorrerem conosco
Pequenos fragmentos de nossa história
E de nossas memórias, espalhadas pelos espaços deste teatro e impregnadas nos nossos
Corpos
Voilá!
Entrem fiquem a vontade.
Hoje a nossa casa é também a sua casa!
Dança comigo? Dança?
Se você dançar comigo
te faço a pessoa mais
linda, a mais charmosa,
a mais clean!
Dança comigo que te faço
famosa, en dehors, alongada, flexível e magra.
Se você dançar
você vai ter uma abertura assim ó!
Sua perna vai subir até aqui.
Você vai ficar toda rasgada.
E casar... você casa comigo?
Se você casar comigo,
te faço a pessoa mais feliz,
amada, respeitada,
a mais comida. Entendeu?
Você vai se sentir um rei...
Vou fazer fondu pra você.
Te faço um frapé de morango.
Vou mostrar meu cout de pied
e fazer um grand rond jambe en lair.
Ah, então, viaja comigo?
Prometo que você vai viajar sempre de primeira classe,
Sempre...
Você quer?
Vou te levar para o fundo do poço!
Você quer trabalhar para mim?
Eu te dou qüinqüênio e férias prêmio.
Trabalha pra mim?
Você vai ficar rico,
autônomo, independente.
Você vai abrir uma empresa.
Você vai morrer de tanto trabalhar.
Brinca comigo?
Brinca?
Brinca pra você vê!
Casa comigo?
Vou te fazer a pessoa
Mais solitária,
Cansada, frustrada, esgotada,
Calada e envelhecida do mundo.
Casa comigo?
Texto: Lívia Espírito Santo
Contribuição: Cristina Rangel
AUSÊNCIA
Por muito tempo achei que a ausência é falta.
E lastimava, ignorante, a falta
Hoje não a lastimo.
Nã há falta na ausência.
A ausência é um estar em mim.
E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada
Nos meus braços,
Que rio e danço e invento exclamações
Alegres,
porque a ausência, essa ausência assimilada,
ninguém a rouba mais de mim.
(Carlos Drumond de Andrade)
De: Christina Wohlfahrt [christina.wohlfahrt@web.de]
Enviada: dom 07-08-2011 13:05
Para: Sônia Mota Assunto: Re: materia sobre o quintas da dança
Liebe Sonia,
vielen Dank für Deine Sendung. Jetzt sind wir wieder zu Hause angekommen. In Rio war es auch sehr schön, die Wohnung war gut und die Fahrt nach Rio auch. Nach einigen Tagen ausruhen hat es mir gefehlt, einmal am Tag mit Euch allen zu tanzen!
Es war so wunderschön mit Euch, und ich bin immer noch ganz berührt von der Aufmerksamkeit und Herzlichkeit, mit der Ihr mich und die Meditation des Tanzes aufgenommen habt. Bitte richte das allen noch einmal aus - ein Teil meines Herzens ist bei Euch geblieben! Auch die liebevollen Grüße auf der Karte haben mich gerührt. Und dass wir auch noch die Probe mit ansehen konnten, war ganz toll! Ich bin sehr gespannt, wie Euer Stück am 27.8. aufgeführt wird und wie das Echo ist.
Besonders gefreut und berührt hat mich die Begegnung mit Claudia. Sie ist auch so ein wunderbarer Mensch. Bitte grüße Sie ganz besonders von mir. Was für ein Glück, dass sie mit Dir arbeitet. Ich freue mich auch so, dass ich jetzt weiß, mit wem Du arbeitest und was für eine wunderbare Art du hast, mit Deinen Tänzerinnen und Tänzern umzugehen. Bei Dir geht einfach alles direkt aus dem Herzen - ich glaube, das ist das Geheimnis. Und sie sind einfach großartig - jeder einzelne und jede einzelne für sich in der eigenen Art.
Liebe Sonia, noch einmal tausend Dank für diese einmalige Gelegenheit, die Du mir mit Deiner Anfrage ermöglicht hast. Es war wunderbar - ein einmaliges Erlebnis für mich. Und auch für Gerhard war es sehr schön. Er umarmt Dich noch einmal und ich auch von ganzem Herzen
Deine Christina
TRADUÇÃO
Querida Sonia,
muito obrigada pelo envio dos links. Estamos agora de volta à casa. Foi muito linda nossa estadia no Rio. O apto era bom e a viagem também foi ótima. Depois de ter descansado uns dias, senti falta de dançar com vocês uma vez por dia!
Foi maravilhoso estar aí, e ainda me emociono ao lembrar da atenção e do carinho com os quais vocês me receberam e receberam as Danças Meditativas. Por favor, transmita a todos mais uma vez – uma parte de meu coração ficou com vocês. As mensagens amorosas do cartão também me emocionaram. Super bacana foi também a possibilidade que tivemos de assistir o ensaio. Estou curiosa para saber como será a estréia no dia 27. 8. e que resonância terá o trabalho.
O encontro com Claudia me trouxe uma alegria e uma emoção especial. Ela é também uma pessoa maravilhosa. Por favor, transmita a ela minha lembrança especial. Que sorte que ela trabalha com você. Me alegro também pelo fato de agora eu conhecer as pessoas com quem você trabalha, e que jeito maravilhoso que você tem de lidar com seus bailarinos e bailarinas. Com você as coisas vão simplesmente direto ao coração – acredito que seja esse o segredo. E eles são simplesmente magníficos – cada um em si e cada um em si com sua arte.
Querida Sônia, de novo mil obrigadas por ter me proporcionado, com o seu convite, essa experiência única. Foi maravilhoso – uma vivência inegualável. Para Gerhard foi tudo também muito bom. Ele manda um abraço para você e eu também, do fundo do coração.
Sua Christina
Danças Meditativas

baseadas nas danças sagradas de Friedl Kloke-Eibl
com Christina Wohlfahrt
de 25 à 29 de julho de 2011
para a Cia de Dança do Palácio das Artes.
Apresentação especial no 5as da Dança de 28.07.11 às 18:30 hs
Danças meditativas são dançadas a partir das formas, passos e rítmos das danças circulares. Elas usam a linguagem do corpo como meio de expressão do conteúdo artístico da alma e do espírito – uma forma artística assim como a poesia é para a palavra.
Todas as danças usam como base do movimento, símbolos (imagens e números), elementos, ou temas espirituais. O movimento feito em contexto com o sentido proposto se torna um símbolo vivo.
As danças meditativas não foram concebidas para apresentação cênica e sim como caminho pessoal do indivíduo na busca de si mesmo.
Nesta oficina Christina transmitirá várias coreografias do seu repertório e o sentido simbólico das mesmas.
Será necessário uma sala limpa e livre de objetos, com um centro préviamente decorado e aparelho de som que possibilite a conexão com um iPod.
![]() Foto: Paulo Lacerda |
“O mineiro tem vocação para a dança. O sentimento de equilíbrio e serenidade que demonstra nas atitudes dos homens públicos não é uma peculiaridade dos estadistas de Minas. Quem vive entre essas montanhas tem apego à tradição e encarna as virtudes mineiras, possui o sentido da harmonia. Não a harmonia dos ritmos violentos bárbaros, como o samba, o frevo e outras danças de origem africana e americana. Mas, a harmonia no sentido clássico.” Foi com este sentimento visionário que há 40 anos o maître Carlos Leite fundou a Cia. de Dança Palácio das Artes.
Em 2011, ano em que se comemora a longa trajetória de sucesso desta que se tornou uma das principais companhias do País, o espírito se renova com uma programação variada e eclética, em clima de festa. A agenda começa com a remontagem, no dia 14 de maio, do mais premiado balé do repertório Coreografia de Cordel, de Tuca Pinheiro.
A programação continua com uma série de intervenções dentro do projeto Quintas da Dança, na última quinta-feira de cada mês, e com as aulas abertas ao público que são ministradas, mensalmente, pela coordenadora artística da companhia, Sônia Mota, no Grande Teatro e na Sala Klauss Vianna do Palácio das Artes. Em agosto, os bailarinos se preparam para a estreia do novo espetáculo Tudo que se torna um.
>> Clique e veja a galeria de fotos da CDPA
História
A Cia. de Dança Palácio das Artes, um dos três corpos artísticos mantidos pela Fundação Clóvis Salgado, se caracteriza pela constante evolução no tempo. Fundada em 1971, pelo mestre de balé e coreógrafo Carlos Leite, a CDPA dedicou-se, durante os primeiros 20 anos de atividade, a montagens de peças do repertório erudito e às óperas produzidas pela FCS.
No início dos anos 90, a Cia. começa a trilhar um novo caminho estético marcado, principalmente, pelo trabalho conjunto com coreógrafos convidados, do Brasil e do exterior, e pela inserção, em seu repertório, de obras assinadas por nomes como Tíndaro Silvano, Jean Marrie Dubrull, Suzana Yamauchi, Eleo Pomare, Sônia Mota (hoje diretora da companhia), Oscar Arraiz, Luis Arrieta, Rodrigo Pederneiras, Henrique Rodovalho, Tuca Pinheiro, Mário Nascimento e Sandro Borelli.
Como resultado do trabalho da bailarina e coreógrafa mineira Graziela Rodrigues, a Cia. de Dança Palácio das Artes passou a desenvolver, em 2000, o método “Bailarino-Pesquisador-Intérprete”, legitimando os próprios dançarinos do grupo como sujeitos criadores e pensantes de sua dança. A Cia. de Dança Palácio das Artes iniciou ainda um trabalho inovador de incentivo e promoção da pesquisa em dança, por meio de debates, entrevistas e aposta no potencial criativo dos próprios bailarinos, e trabalha também o apuro e atualização de técnicas contemporâneas de dança.
Além de performances, instalações e vídeos que passaram a compor o repertório do grupo foram concebidos os espetáculos Entre o Céu e as Serras, de Luiz Mendonça e Cristina Machado, Poderia Ser Rosa, de Henrique Rodovalho, Sonho de uma Noite de Verão - fragmentos amorosos, de Gabriel Villela, Coreografia de Cordel, de Tuca Pinheiro, Transtorna, de Cristina Machado, Carne Agonizante, de Sandro Borelli, Quimeras, de Mário Nascimento, 22 Segredos e Se Eu Pudesse Entrar na Sua Vida, ambos de Sônia Mota.
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A Cia. de Dança Palácio das Artes faz parte de diversos projetos e políticas da Fundação Clóvis Salgado que levam a Instituição e a cultura do Estado para além dos limites de Minas Gerais. O grupo já apresentou o seu trabalho em palcos de destaque nacionais e internacionais, nas capitais e em locais como Cuba, França, Palestina, Jordânia, Líbano, e Portugal.
Em março de 2010 Sônia Mota assumiu a direção da Cia. com a proposta de valorizar a maturidade artística do elenco, utilizando como suporte para as criações do grupo o confronto, o trânsito e o diálogo entre tradição e inovação, as diferenças entre gerações, a multiplicidade e a singularidade dos integrantes.
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![]() Foto: Paulo Lacerda |
Publicado em 04 de Agosto
Os bailarinos da Cia. de dança Palácio das Artes sobem ao palco do Grande Teatro para encenar o espetáculo Tudo se torna Um. A montagem integra as comemorações dos 40 anos da Cia. de Dança do Palácio das Artes. Confira as fotografias do espetáculo em que os próprios bailarinos são responsáveis pela coreografia que revela histórias do grupo. Tudo se torna um será apresentado nos dias 27 e 28 de agosto.
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“O mineiro tem vocação para a dança. O sentimento de equilíbrio e serenidade que demonstra nas atitudes dos homens públicos não é uma peculiaridade dos estadistas de Minas. Quem vive entre essas montanhas tem apego à tradição e encarna as virtudes mineiras, possui o sentido da harmonia. Não a harmonia dos ritmos violentos bárbaros, como o samba, o frevo e outras danças de origem africana e americana. Mas, a harmonia no sentido clássico.” Foi com este sentimento visionário que há 40 anos o maître Carlos Leite fundou a Cia. de Dança Palácio das Artes.
Em 2011, ano em que se comemora a longa trajetória de sucesso desta que se tornou uma das principais companhias do País, o espírito se renova com uma programação variada e eclética, em clima de festa. A agenda começa com a remontagem, no dia 14 de maio, do mais premiado balé do repertório Coreografia de Cordel, de Tuca Pinheiro.
A programação continua com uma série de intervenções dentro do projeto Quintas da Dança, na última quinta-feira de cada mês, e com as aulas abertas ao público que são ministradas, mensalmente, pela coordenadora artística da companhia, Sônia Mota, no Grande Teatro e na Sala Klauss Vianna do Palácio das Artes. Em agosto, os bailarinos se preparam para a estreia do novo espetáculo Tudo que se torna um.
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História
A Cia. de Dança Palácio das Artes, um dos três corpos artísticos mantidos pela Fundação Clóvis Salgado, se caracteriza pela constante evolução no tempo. Fundada em 1971, pelo mestre de balé e coreógrafo Carlos Leite, a CDPA dedicou-se, durante os primeiros 20 anos de atividade, a montagens de peças do repertório erudito e às óperas produzidas pela FCS.
No início dos anos 90, a Cia. começa a trilhar um novo caminho estético marcado, principalmente, pelo trabalho conjunto com coreógrafos convidados, do Brasil e do exterior, e pela inserção, em seu repertório, de obras assinadas por nomes como Tíndaro Silvano, Jean Marrie Dubrull, Suzana Yamauchi, Eleo Pomare, Sônia Mota (hoje diretora da companhia), Oscar Arraiz, Luis Arrieta, Rodrigo Pederneiras, Henrique Rodovalho, Tuca Pinheiro, Mário Nascimento e Sandro Borelli.
Como resultado do trabalho da bailarina e coreógrafa mineira Graziela Rodrigues, a Cia. de Dança Palácio das Artes passou a desenvolver, em 2000, o método “Bailarino-Pesquisador-Intérprete”, legitimando os próprios dançarinos do grupo como sujeitos criadores e pensantes de sua dança. A Cia. de Dança Palácio das Artes iniciou ainda um trabalho inovador de incentivo e promoção da pesquisa em dança, por meio de debates, entrevistas e aposta no potencial criativo dos próprios bailarinos, e trabalha também o apuro e atualização de técnicas contemporâneas de dança.
Além de performances, instalações e vídeos que passaram a compor o repertório do grupo foram concebidos os espetáculos Entre o Céu e as Serras, de Luiz Mendonça e Cristina Machado, Poderia Ser Rosa, de Henrique Rodovalho, Sonho de uma Noite de Verão - fragmentos amorosos, de Gabriel Villela, Coreografia de Cordel, de Tuca Pinheiro, Transtorna, de Cristina Machado, Carne Agonizante, de Sandro Borelli, Quimeras, de Mário Nascimento, 22 Segredos e Se Eu Pudesse Entrar na Sua Vida, ambos de Sônia Mota.
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A Cia. de Dança Palácio das Artes faz parte de diversos projetos e políticas da Fundação Clóvis Salgado que levam a Instituição e a cultura do Estado para além dos limites de Minas Gerais. O grupo já apresentou o seu trabalho em palcos de destaque nacionais e internacionais, nas capitais e em locais como Cuba, França, Palestina, Jordânia, Líbano, e Portugal.
Em março de 2010 Sônia Mota assumiu a direção da Cia. com a proposta de valorizar a maturidade artística do elenco, utilizando como suporte para as criações do grupo o confronto, o trânsito e o diálogo entre tradição e inovação, as diferenças entre gerações, a multiplicidade e a singularidade dos integrantes.
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